{"id":1531,"date":"2026-09-10T23:43:45","date_gmt":"2026-09-11T02:43:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/2026\/09\/openobserve-observabilidade-logs-metricas-traces\/"},"modified":"2026-10-07T07:53:16","modified_gmt":"2026-10-07T10:53:16","slug":"openobserve-observabilidade-logs-metricas-traces","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/2026\/09\/openobserve-observabilidade-logs-metricas-traces\/","title":{"rendered":"OpenObserve: logs, metrics, and traces in one platform"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/openobserve-observabilidade-v1.webp\" alt=\"Mascote LinuxPro usando o OpenObserve para analisar logs, m\u00e9tricas e traces\" width=\"1486\" height=\"856\" \/><\/p>\n<p>Quando um servi\u00e7o come\u00e7a a falhar, normalmente os sinais est\u00e3o espalhados: m\u00e9tricas no Prometheus, logs em outro backend, traces em uma terceira ferramenta e alertas sem contexto. O <strong>OpenObserve<\/strong> tenta reunir esse trabalho numa plataforma open source para logs, m\u00e9tricas, traces, RUM, dashboards, alertas e incidentes. Escrito em Rust, ele consulta logs e traces com SQL, m\u00e9tricas com SQL ou PromQL e usa Parquet com armazenamento orientado a objetos para reduzir o custo de reten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Resumo em v\u00eddeo:<\/strong> a demonstra\u00e7\u00e3o oficial de dois minutos mostra a instala\u00e7\u00e3o e os primeiros passos do OpenObserve. <strong>URL:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=zJDvDBvVi3k\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">OpenObserve 2-Minute Demo: Quick Install and Setup<\/a>.<\/p><\/blockquote>\n<div class=\"video-container\" style=\"position:relative;padding-bottom:56.25%;height:0;overflow:hidden;margin:1.5em 0;\">\n  <iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zJDvDBvVi3k\" title=\"OpenObserve 2-Minute Demo: Quick Install and Setup\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen style=\"position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;\"><\/iframe>\n<\/div>\n<p><strong>Revis\u00e3o t\u00e9cnica: 7 de outubro de 2026.<\/strong> Este artigo apresenta a plataforma e um laborat\u00f3rio de logs. Para instalar sem Docker e operar com TLS e bucket, siga o <a href=\"\/2026\/09\/openobserve-ubuntu-servidor-dedicado-s3-gcs-minio\/\">guia de OpenObserve no Ubuntu<\/a>.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 o OpenObserve<\/h2>\n<p>OpenObserve, tamb\u00e9m chamado de O2, \u00e9 uma plataforma de observabilidade unificada. A ideia n\u00e3o \u00e9 substituir todo agente que coleta telemetria, mas oferecer um destino e uma interface comuns para os sinais: logs, m\u00e9tricas e traces distribu\u00eddos. A plataforma tamb\u00e9m inclui dashboards, alertas, pipelines de ingest\u00e3o, gerenciamento de incidentes, monitoramento de usu\u00e1rio real (RUM) e recursos de observabilidade para aplica\u00e7\u00f5es de IA.<\/p>\n<p>O projeto \u00e9 <a href=\"https:\/\/github.com\/openobserve\/openobserve\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">open source sob AGPL-3.0<\/a>. H\u00e1 tamb\u00e9m uma edi\u00e7\u00e3o Enterprise e o servi\u00e7o OpenObserve Cloud. Isso importa na escolha: a edi\u00e7\u00e3o OSS \u00e9 \u00fatil para quem quer controle da infraestrutura e da resid\u00eancia dos dados; recursos corporativos espec\u00edficos, como SSO, RBAC granular, busca federada e gest\u00e3o de carga, pertencem \u00e0 oferta Enterprise.<\/p>\n<h2>Por que reunir logs, m\u00e9tricas e traces<\/h2>\n<p>Os tr\u00eas sinais respondem perguntas diferentes:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>M\u00e9tricas<\/strong> mostram tend\u00eancia e estado agregado: uso de CPU, taxa de erros, lat\u00eancia e volume de requisi\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li><strong>Logs<\/strong> preservam o evento e o contexto: mensagens da aplica\u00e7\u00e3o, erros, campos estruturados e auditoria.<\/li>\n<li><strong>Traces<\/strong> acompanham uma requisi\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de servi\u00e7os, filas e bancos, tornando vis\u00edvel onde o tempo foi gasto.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O valor de uma plataforma unificada aparece na investiga\u00e7\u00e3o. Um pico de erros no gr\u00e1fico pode levar aos traces daquele servi\u00e7o e, deles, aos logs do mesmo per\u00edodo. Isso n\u00e3o elimina a necessidade de instrumentar bem a aplica\u00e7\u00e3o nem corrige cardinalidade excessiva; apenas reduz as trocas de contexto entre ferramentas.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea j\u00e1 acompanha m\u00e1quinas Linux, comece pelo nosso guia de <a href=\"\/2026\/09\/monitorando-servidores-linux-com-prometheus\/\">Prometheus e Node Exporter<\/a>. O OpenObserve pode complementar esse fluxo ao centralizar outros sinais, mas n\u00e3o h\u00e1 motivo para migrar \u00e0s pressas uma stack est\u00e1vel apenas porque uma plataforma re\u00fane mais fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2>Da aplica\u00e7\u00e3o \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o: o fluxo da telemetria<\/h2>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o produz sinais; agentes ou um OpenTelemetry Collector recebem, processam e encaminham esses dados; o OpenObserve armazena e permite consult\u00e1-los. O Collector \u00e9 opcional, mas pode centralizar o envio e reduzir a configura\u00e7\u00e3o repetida nos servi\u00e7os. Ele n\u00e3o \u00e9 o banco de dados nem o painel. O desenho abaixo \u00e9 conceitual, n\u00e3o uma configura\u00e7\u00e3o pronta de todos os protocolos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/openobserve-telemetry-flow.webp\" alt=\"Fluxo de aplica\u00e7\u00f5es para OpenTelemetry Collector, OpenObserve, armazenamento e operadores\" width=\"1200\" height=\"638\" \/><\/p>\n<p>Mantenha identificadores consistentes de servi\u00e7o e ambiente. Para correlacionar logs e traces, propague o contexto e inclua os identificadores de trace e span nos eventos relevantes. N\u00e3o transforme IDs de usu\u00e1rio ou de requisi\u00e7\u00e3o em labels de m\u00e9tricas sem avaliar cardinalidade. <a href=\"https:\/\/opentelemetry.io\/docs\/concepts\/signals\/\">Refer\u00eancia: sinais do OpenTelemetry<\/a>.<\/p>\n<h2>Como a arquitetura reduz o n\u00famero de pe\u00e7as<\/h2>\n<p>No modo de n\u00f3 \u00fanico, o OpenObserve usa SQLite para metadados e pode gravar localmente ou em armazenamento de objetos. \u00c9 o caminho para laborat\u00f3rio, desenvolvimento e cargas que n\u00e3o exigem alta disponibilidade. A documenta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m prev\u00ea n\u00f3 \u00fanico com S3, GCS, MinIO ou Azure Blob: continua simples de operar, mas os arquivos Parquet ficam em armazenamento mais dur\u00e1vel.<\/p>\n<p>Em alta disponibilidade, a topologia muda: o projeto separa os pap\u00e9is de Router, Ingester, Compactor, Querier e Scheduler. Kubernetes orquestra os n\u00f3s; PostgreSQL guarda metadados; NATS coordena o cluster; e o armazenamento de objetos mant\u00e9m os arquivos Parquet. Isso escala melhor, mas n\u00e3o \u00e9 \u201cum bin\u00e1rio sem opera\u00e7\u00e3o\u201d: \u00e9 uma arquitetura de produ\u00e7\u00e3o que precisa de capacidade, backups, atualiza\u00e7\u00e3o planejada, rede e observabilidade do pr\u00f3prio backend.<\/p>\n<p>Parquet organiza dados em colunas e permite compress\u00e3o adequada a consultas anal\u00edticas. Isso n\u00e3o determina sozinho a economia: compare ingest\u00e3o, reten\u00e7\u00e3o, concorr\u00eancia, tempo de consulta, cache, requisi\u00e7\u00f5es ao bucket e tr\u00e1fego. Prefira medir sua carga a transportar um multiplicador de benchmark para o or\u00e7amento.<\/p>\n<h2>Recursos principais<\/h2>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>\u00c1rea<\/th>\n<th>O que o OpenObserve oferece<\/th>\n<th>Ponto de aten\u00e7\u00e3o<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Logs<\/td>\n<td>Busca textual, filtros, SQL e constru\u00e7\u00e3o visual de consultas.<\/td>\n<td>Defina schema, reten\u00e7\u00e3o e campos \u00fateis antes de enviar tudo indiscriminadamente.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>M\u00e9tricas<\/td>\n<td>Consulta por SQL ou PromQL, gr\u00e1ficos e alertas.<\/td>\n<td>Compatibilidade de consulta n\u00e3o substitui revis\u00e3o das regras existentes.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Traces<\/td>\n<td>Explora\u00e7\u00e3o de traces OpenTelemetry, waterfall, flame graph e service graph.<\/td>\n<td>O resultado depende de propaga\u00e7\u00e3o correta do contexto entre servi\u00e7os.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Dashboards e alertas<\/td>\n<td>Pain\u00e9is, vari\u00e1veis, visualiza\u00e7\u00f5es, alertas e incidentes.<\/td>\n<td>Alertas devem ter dono, severidade, rota e procedimento de resposta.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Pipelines<\/td>\n<td>Transforma\u00e7\u00f5es de ingest\u00e3o, normaliza\u00e7\u00e3o e convers\u00e3o de logs em m\u00e9tricas.<\/td>\n<td>Teste transforma\u00e7\u00f5es em amostra; um parser errado pode destruir contexto.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>RUM e IA<\/td>\n<td>Core Web Vitals, erros, replay de sess\u00e3o e sinais para aplica\u00e7\u00f5es GenAI\/LLM.<\/td>\n<td>RUM e dados de IA exigem aten\u00e7\u00e3o redobrada a PII, consentimento e reten\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h2>Instala\u00e7\u00e3o r\u00e1pida em Docker para laborat\u00f3rio<\/h2>\n<p>O laborat\u00f3rio requer Bash, curl, OpenSSL e Docker Engine atualizado, com permiss\u00e3o para executar containers. Use Docker 28 ou posterior para evitar a limita\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de publica\u00e7\u00e3o em loopback acess\u00edvel no mesmo segmento de rede; veja a <a href=\"https:\/\/docs.docker.com\/engine\/network\/port-publishing\/\">documenta\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o de portas<\/a>.<\/p>\n<p>O procedimento abaixo usa a imagem OSS indicada pelo reposit\u00f3rio do projeto. Ele \u00e9 para teste local ou uma prova de conceito; n\u00e3o exponha a porta 5080 diretamente na internet e n\u00e3o use uma senha de exemplo em servidor acess\u00edvel.<\/p>\n<pre><code class=\"language-bash\">umask 077\nLAB=$(mktemp -d \"$HOME\/openobserve-lab.XXXXXX\")\ncd \"$LAB\"\nmkdir data\n\nexport ZO_ROOT_USER_EMAIL=\"admin@example.com\"\nexport ZO_ROOT_USER_PASSWORD=\"$(openssl rand -base64 32)\"\n\nprintf '%s\\n' \"$ZO_ROOT_USER_PASSWORD\" &gt; senha-inicial.txt\nchmod 600 senha-inicial.txt\n\ndocker run -d \\\n  --name linuxpro-openobserve-lab \\\n  --restart no \\\n  -v \"$PWD\/data:\/data\" \\\n  -p 127.0.0.1:5080:5080 \\\n  -e ZO_DATA_DIR=\"\/data\" \\\n  -e ZO_ROOT_USER_EMAIL \\\n  -e ZO_ROOT_USER_PASSWORD \\\n  public.ecr.aws\/zinclabs\/openobserve:latest<\/code><\/pre>\n<p>Abra <code>http:\/\/127.0.0.1:5080<\/code> no pr\u00f3prio host ou fa\u00e7a um t\u00fanel SSH. Para uma equipe, publique a interface atr\u00e1s de um proxy reverso com TLS e autentica\u00e7\u00e3o apropriada. Em produ\u00e7\u00e3o, prefira uma tag de imagem testada em vez de <code>latest<\/code> e acompanhe a p\u00e1gina de <a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/docs\/releases\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">releases<\/a>.<\/p>\n<p>O usu\u00e1rio raiz \u00e9 definido na primeira inicializa\u00e7\u00e3o. Guarde a credencial fora do hist\u00f3rico do shell e de arquivos compartilhados, por exemplo em um gerenciador de segredos. Antes de apagar o teste, pare o container e remova o diret\u00f3rio de dados conscientemente: \u00e9 ali que a telemetria local foi persistida.<\/p>\n<h2>Enviar um evento e fechar o teste de ponta a ponta<\/h2>\n<p>Confira o processo antes de enviar dados:<\/p>\n<pre><code class=\"language-bash\">docker logs --tail=50 linuxpro-openobserve-lab\ncurl --fail --silent --show-error --retry 20 --retry-connrefused --retry-delay 2 http:\/\/127.0.0.1:5080\/healthz<\/code><\/pre>\n<p>Envie o evento abaixo no terminal do host. O curl pedir\u00e1 a senha salva em <code>senha-inicial.txt<\/code>, sem coloc\u00e1-la no hist\u00f3rico. A organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 <code>default<\/code> e o stream \u00e9 <code>linuxpro_lab<\/code>. Sem timestamp expl\u00edcito, o servidor atribui o hor\u00e1rio da ingest\u00e3o.<\/p>\n<pre><code class=\"language-bash\">curl --fail-with-body --silent --show-error \\\n  --user admin@example.com \\\n  --header &#x27;Content-Type: application\/json&#x27; \\\n  --data &#x27;[{&quot;service&quot;:&quot;linuxpro-demo&quot;,&quot;level&quot;:&quot;info&quot;,&quot;message&quot;:&quot;primeiro evento&quot;,&quot;duration_ms&quot;:12}]&#x27; \\\n  http:\/\/127.0.0.1:5080\/api\/default\/linuxpro_lab\/_json<\/code><\/pre>\n<p>Confira o corpo da resposta: HTTP 200 sozinho n\u00e3o basta se houver registros rejeitados. Entre na interface, selecione Logs e o stream <code>linuxpro_lab<\/code>, escolha os \u00faltimos minutos e execute no modo SQL:<\/p>\n<pre><code class=\"language-sql\">SELECT _timestamp, service, level, message, duration_ms\nFROM &quot;linuxpro_lab&quot;\nORDER BY _timestamp DESC\nLIMIT 20<\/code><\/pre>\n<p>Encontrar <code>primeiro evento<\/code> comprova ingest\u00e3o e consulta, n\u00e3o apenas processo ativo. Se n\u00e3o aparecer, confira organiza\u00e7\u00e3o, stream, janela de tempo e resposta do POST. O exemplo testa logs JSON; m\u00e9tricas e traces precisam de seus pr\u00f3prios exporters e endpoints. <a href=\"https:\/\/api.openobserve.ai\/swagger\/index.html\">Refer\u00eancia oficial das APIs<\/a>.<\/p>\n<p>Registre a imagem efetiva para repetir o laborat\u00f3rio. A tag <code>latest<\/code> muda; em produ\u00e7\u00e3o, fixe uma release homologada ou o digest e planeje atualiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<pre><code class=\"language-bash\">docker image inspect public.ecr.aws\/zinclabs\/openobserve:latest --format &#x27;{{index .RepoDigests 0}}&#x27;\nunset ZO_ROOT_USER_PASSWORD<\/code><\/pre>\n<p>Administradores do Docker podem inspecionar as vari\u00e1veis do container. O arquivo de senha e o diret\u00f3rio precisam continuar protegidos. Para parar sem apagar a persist\u00eancia:<\/p>\n<pre><code class=\"language-bash\">docker stop linuxpro-openobserve-lab\ndocker rm linuxpro-openobserve-lab<\/code><\/pre>\n<p>O diret\u00f3rio <code>data<\/code> permanece. Remova-o somente quando decidir que esses dados s\u00e3o descart\u00e1veis. N\u00e3o execute limpeza global de volumes ou containers.<\/p>\n<h2>Do laborat\u00f3rio \u00e0 produ\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Uma instala\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o come\u00e7a por decis\u00f5es de dados, n\u00e3o pelo comando de Docker:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Escolha a reten\u00e7\u00e3o por tipo de sinal.<\/strong> Logs de debug e replay de sess\u00e3o n\u00e3o precisam ter a mesma janela que m\u00e9tricas de capacidade.<\/li>\n<li><strong>Planeje o armazenamento.<\/strong> Para durabilidade e escala, use um bucket compat\u00edvel com o desenho recomendado pelo projeto; para HA, armazenamento local n\u00e3o \u00e9 suportado.<\/li>\n<li><strong>Use OpenTelemetry quando poss\u00edvel.<\/strong> Padronizar instrumenta\u00e7\u00e3o e contexto reduz depend\u00eancia de agentes espec\u00edficos.<\/li>\n<li><strong>Separe organiza\u00e7\u00f5es, streams e credenciais.<\/strong> N\u00e3o misture produ\u00e7\u00e3o, homologa\u00e7\u00e3o e dados sens\u00edveis sem uma pol\u00edtica clara.<\/li>\n<li><strong>Trate acesso como parte da arquitetura.<\/strong> A compara\u00e7\u00e3o oficial informa que a OSS n\u00e3o fornece RBAC granular; valide os requisitos de SSO, auditoria e permiss\u00f5es antes de abrir a plataforma para v\u00e1rios times.<\/li>\n<li><strong>Teste restaura\u00e7\u00e3o.<\/strong> Backup n\u00e3o testado \u00e9 apenas uma esperan\u00e7a. Verifique dados, metadados e as configura\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para recuperar o ambiente.<\/li>\n<\/ol>\n<p>O guia oficial deixa claro que o modo HA requer Kubernetes, PostgreSQL, NATS e armazenamento de objetos. Se a equipe n\u00e3o tem maturidade para operar esses componentes, a edi\u00e7\u00e3o Cloud ou um n\u00f3 \u00fanico bem delimitado pode ser uma decis\u00e3o mais segura que uma implanta\u00e7\u00e3o HA subdimensionada.<\/p>\n<h2>Consultas, dashboards e alertas<\/h2>\n<p>Logs e traces podem ser explorados com SQL; m\u00e9tricas podem usar SQL ou PromQL. A vantagem pr\u00e1tica \u00e9 preservar linguagens que muitos times j\u00e1 conhecem em vez de obrigar uma DSL propriet\u00e1ria. Ainda assim, migra\u00e7\u00e3o de dashboards e alertas exige revis\u00e3o: nomes de m\u00e9tricas, labels, janelas temporais, agrega\u00e7\u00f5es e sem\u00e2ntica de fun\u00e7\u00f5es precisam ser validados contra o resultado anterior.<\/p>\n<p>Comece por um painel pequeno e acion\u00e1vel: disponibilidade, taxa de erro, lat\u00eancia de percentis e sinais de satura\u00e7\u00e3o. Para cada alerta, documente qual dashboard abrir, quais campos filtrar, quem atende e qual a\u00e7\u00e3o pode ser tomada. Alertar sobre tudo \u00e9 o caminho mais curto para ignorar alertas.<\/p>\n<blockquote><p><strong>V\u00eddeo oficial:<\/strong> este tutorial do canal OpenObserve percorre a cria\u00e7\u00e3o de dashboards. <strong>URL:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Noe3v5EU08I\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Building Dashboards with OpenObserve: A Comprehensive Tutorial<\/a>.<\/p><\/blockquote>\n<div class=\"video-container\" style=\"position:relative;padding-bottom:56.25%;height:0;overflow:hidden;margin:1.5em 0;\">\n  <iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Noe3v5EU08I\" title=\"Building Dashboards with OpenObserve\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen style=\"position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;\"><\/iframe>\n<\/div>\n<h2>Open source, Enterprise e Cloud<\/h2>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o OSS \u00e9 AGPL-3.0 e gratuita, com logs, m\u00e9tricas, traces, RUM, dashboards e alertas. Segundo a tabela oficial de downloads, ela tem suporte b\u00e1sico a usu\u00e1rios, mas sem RBAC granular: os usu\u00e1rios t\u00eam acesso completo. A edi\u00e7\u00e3o Enterprise acrescenta, entre outros itens, SSO, pap\u00e9is personalizados, grupos, auditoria, busca federada, controle de workload e recursos avan\u00e7ados de pipeline e seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Separe licen\u00e7a de custo operacional: infraestrutura, reten\u00e7\u00e3o, requisi\u00e7\u00f5es, tr\u00e1fego e trabalho da equipe continuam existindo em self-hosted. Franquias e condi\u00e7\u00f5es comerciais mudam; consulte a <a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/pricing\/\">p\u00e1gina de pre\u00e7os<\/a> e a <a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/downloads\/\">compara\u00e7\u00e3o de edi\u00e7\u00f5es<\/a> antes de decidir.<\/p>\n<h2>Quando faz sentido \u2014 e quando n\u00e3o<\/h2>\n<p>OpenObserve \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o para quem quer consolidar telemetria em torno de OpenTelemetry, SQL, PromQL e armazenamento de objetos; para times que j\u00e1 pagam caro por reten\u00e7\u00e3o de logs; ou para quem prefere operar uma plataforma integrada em vez de conectar v\u00e1rias pe\u00e7as.<\/p>\n<p>Ele talvez n\u00e3o seja a escolha certa se a equipe s\u00f3 precisa de m\u00e9tricas de poucos hosts, se j\u00e1 existe uma plataforma com SLOs e integra\u00e7\u00f5es maduras que atende bem, ou se n\u00e3o h\u00e1 capacidade para operar dados, backup e upgrades. \u201cUm bin\u00e1rio\u201d simplifica o primeiro teste; n\u00e3o elimina responsabilidade operacional, governan\u00e7a de acesso nem custo de armazenamento.<\/p>\n<h2>Mais um v\u00eddeo: compara\u00e7\u00e3o com Splunk<\/h2>\n<p>Para uma vis\u00e3o de posicionamento do produto, este v\u00eddeo de WPoets TV traz uma conversa com a OpenObserve sobre compara\u00e7\u00e3o com Splunk. \u00c9 uma fonte complementar, n\u00e3o substitui teste de carga e c\u00e1lculo de custo no seu ambiente.<\/p>\n<div class=\"video-container\" style=\"position:relative;padding-bottom:56.25%;height:0;overflow:hidden;margin:1.5em 0;\">\n  <iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Rq40GYZ-xDY\" title=\"OpenObserve vs Splunk: The Future of Observability\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen style=\"position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;\"><\/iframe>\n<\/div>\n<p>Para conhecer uma op\u00e7\u00e3o de armazenamento de objetos com API S3, veja <a href=\"\/2026\/10\/rustfs-no-linux-instalacao-por-binario-e-docker\/\">RustFS no Linux: instala\u00e7\u00e3o por bin\u00e1rio e Docker<\/a>. RustFS armazena objetos; OpenObserve recebe, consulta e apresenta a telemetria. Homologue a compatibilidade entre as vers\u00f5es antes de combin\u00e1-los.<\/p>\n<h2>Fontes oficiais e pr\u00f3ximos passos<\/h2>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/github.com\/openobserve\/openobserve\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Reposit\u00f3rio OpenObserve no GitHub<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/docs\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Documenta\u00e7\u00e3o oficial<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/docs\/features\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Recursos da plataforma<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/docs\/architecture\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Arquitetura e modos de implanta\u00e7\u00e3o<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/docs\/getting-started\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Quickstart: Cloud e self-hosted<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Blog do OpenObserve<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/pricing\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pre\u00e7os<\/a> e <a href=\"https:\/\/openobserve.ai\/downloads\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">downloads<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>O melhor pr\u00f3ximo passo \u00e9 pequeno: rode o laborat\u00f3rio, envie uma fonte de logs e uma m\u00e9trica que voc\u00ea j\u00e1 conhece, crie um \u00fanico alerta e calcule ingest\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o reais. S\u00f3 ent\u00e3o decida se vale ampliar a plataforma.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>When a service starts failing, the signals are usually scattered: metrics in Prometheus, logs in another backend, traces in a third tool, and alerts without context. OpenObserve aims to bring this work together in an open-source platform for logs, metrics, traces, RUM, dashboards, alerts, and incidents. Written in Rust, it queries logs and traces with \u2026 <a title=\"OpenObserve: logs, metrics, and traces in one platform\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/2026\/09\/openobserve-observabilidade-logs-metricas-traces\/\" aria-label=\"Read more about OpenObserve: logs, m\u00e9tricas e traces em uma plataforma\">Read more<\/a><\/p>","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46,21,2],"tags":[47,456,457,455,454,459,125,458],"class_list":["post-1531","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-devops","category-infra","category-linux","tag-devops","tag-logs","tag-metricas","tag-observabilidade","tag-openobserve","tag-opentelemetry","tag-prometheus","tag-traces"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1531","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1531"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1531\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1816,"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1531\/revisions\/1816"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1531"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1531"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.linuxpro.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1531"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}